Política de privacidade e proteção de dados pessoais
Última atualização: 19/10/2026
1. Nosso compromisso com a privacidade
O Hospital Di Camp reconhece a importância da privacidade e da proteção dos dados pessoais das pessoas que se relacionam com a instituição, incluindo pacientes, familiares, acompanhantes, visitantes, colaboradores, profissionais de saúde, fornecedores e demais públicos.
O tratamento de dados pessoais está relacionado às atividades assistenciais, administrativas e institucionais do hospital e deve observar a legislação aplicável, especialmente a Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), bem como as normas pertinentes à confidencialidade das informações de saúde e à documentação assistencial.
Esta Política apresenta informações gerais sobre o tratamento de dados pessoais no contexto das atividades do Hospital Di Camp, incluindo sua presença digital e seus canais de comunicação. As operações podem variar conforme o serviço utilizado, o relacionamento estabelecido e as circunstâncias de cada situação.
2. A quem esta política se aplica
Esta Política aplica-se às pessoas que se relacionam com o Hospital Di Camp e cujos dados pessoais possam ser tratados no contexto das atividades da instituição, incluindo:
• Pacientes e seus representantes;
• Familiares e acompanhantes;
• Usuários do site e dos canais de atendimento;
• Pessoas interessadas nos serviços oferecidos;
• Colaboradores, candidatos, médicos e outros profissionais;
• Fornecedores, prestadores de serviços e parceiros;
• Visitantes e demais pessoas que mantenham relacionamento com o hospital.
As informações tratadas e as condições aplicáveis podem variar de acordo com a natureza do relacionamento e a finalidade envolvida.
3. O que são dados pessoais e dados pessoais sensíveis
Dados pessoais são informações relacionadas a uma pessoa natural identificada ou identificável, como nome, documentos de identificação, telefone, endereço e e-mail.
Dados pessoais sensíveis incluem, entre outras categorias previstas na legislação, informações relacionadas à saúde, dados genéticos e biométricos vinculados a uma pessoa, origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política e filiação sindical.
No contexto hospitalar, as informações de saúde podem compreender dados relacionados a consultas, exames, atendimentos, internações, diagnósticos, procedimentos e histórico assistencial.
Essas informações recebem proteção específica, observadas as finalidades do tratamento, as hipóteses legais aplicáveis e as condições de acesso e compartilhamento pertinentes a cada situação.
4. Quais dados pessoais podem ser tratados
Conforme a atividade realizada e o relacionamento mantido com o hospital, poderão ser tratados dados das seguintes categorias:
• Identificação e cadastro: nome, data de nascimento, documentos e informações necessárias à identificação;
• Contato: telefone, endereço, e-mail e outros dados utilizados para comunicação;
• Assistência e saúde: informações clínicas, exames, prontuários, diagnósticos, prescrições e registros relacionados ao atendimento;
• Administrativos e financeiros: informações relacionadas a serviços, pagamentos, faturamento, autorizações e convênios;
• Representantes e acompanhantes: dados necessários à identificação, comunicação ou representação, conforme o caso;
• Profissionais e fornecedores: informações relacionadas a vínculos profissionais, contratações e atividades institucionais;
• Navegação digital: informações técnicas relacionadas ao acesso ao site, como endereço IP, navegador, dispositivo, registros de acesso e dados obtidos por cookies ou tecnologias semelhantes, quando utilizados.
As categorias efetivamente tratadas dependem da atividade correspondente e devem observar a legislação aplicável e a necessidade relacionada à finalidade.
5. Para quais finalidades os dados podem ser utilizados
Os dados pessoais poderão ser tratados, conforme aplicável, para finalidades como:
• Identificação e cadastro de pacientes;
• Prestação e organização de serviços de saúde;
• Registro e continuidade da assistência;
Realização de exames, procedimentos, consultas e internações;
• Comunicação relacionada ao atendimento;
• Cumprimento de obrigações legais, regulatórias e sanitárias;
• Atividades administrativas, financeiras e de faturamento;
• Relacionamento com convênios, operadoras e prestadores de serviços;
• Atendimento de solicitações, reclamações e manifestações;
• Gestão de relacionamentos profissionais e comerciais;
• Segurança das pessoas, instalações e sistemas;
• Funcionamento, manutenção e aprimoramento dos canais digitais;
• Pesquisas de satisfação e melhoria dos serviços, quando aplicáveis;
• Exercício regular de direitos e atendimento a determinações legítimas.
A utilização dos dados dependerá das circunstâncias da operação e da respectiva hipótese legal. Nem todas as finalidades descritas necessariamente se aplicam a todas as pessoas ou situações.
6. Bases legais para o tratamento de dados
O tratamento de dados pessoais poderá ocorrer com fundamento nas hipóteses previstas na LGPD, conforme a finalidade e as características de cada atividade.
Entre as hipóteses legalmente previstas estão o cumprimento de obrigação legal ou regulatória, a execução de contrato ou de procedimentos preliminares, o exercício regular de direitos, a proteção da vida, a tutela da saúde, o consentimento e, quando juridicamente cabível, o legítimo interesse, além de outras hipóteses previstas na legislação.
Para dados pessoais sensíveis, incluindo informações relacionadas à saúde, deverão ser observadas as hipóteses específicas previstas na LGPD.
A base legal aplicável será determinada de acordo com a operação realizada. O consentimento não é necessário em todas as situações, assim como sua existência não afasta a observância dos demais requisitos legais.
7. Com quem os dados pessoais podem ser compartilhados
Conforme as necessidades assistenciais, administrativas e institucionais, determinados dados pessoais poderão ser compartilhados com destinatários autorizados e nas hipóteses permitidas pela legislação.
Isso poderá incluir, conforme aplicável:
• Profissionais e equipes envolvidos na assistência;
• Laboratórios, clínicas e outros prestadores relacionados ao atendimento;
• Operadoras de planos de saúde e convênios;
• Fornecedores de tecnologia, sistemas, armazenamento e suporte;
• Prestadores de serviços administrativos e financeiros;
• Autoridades públicas e órgãos competentes, quando cabível;
• Outros destinatários cujo acesso seja permitido ou necessário à finalidade correspondente.
O compartilhamento deverá observar a finalidade da operação, os requisitos legais aplicáveis e as condições pertinentes à proteção das informações.
O Hospital Di Camp não tem como finalidade a comercialização de dados pessoais. Eventuais compartilhamentos relacionados a outras atividades deverão observar a legislação aplicável e as circunstâncias específicas do tratamento.
8. Confidencialidade das informações e dos prontuários médicos
As informações relacionadas à saúde estão sujeitas a regras específicas de confidencialidade e sigilo profissional.
O acesso a prontuários, exames, diagnósticos e demais registros assistenciais deve observar a legislação aplicável, as atribuições dos envolvidos e as condições que autorizam o acesso.
Solicitações de cópias de prontuários, laudos e outros documentos poderão estar sujeitas à confirmação de identidade, à verificação de representação legal ou à apresentação de autorização pertinente.
O vínculo familiar, por si só, não assegura acesso irrestrito às informações de saúde de outra pessoa. A análise das solicitações deverá considerar os direitos do paciente, o sigilo profissional e as circunstâncias específicas.
Situações envolvendo menores de idade, representação legal, incapacidade ou emergência observarão as regras aplicáveis a cada caso.
9. Dados de crianças e adolescentes
O tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes deverá observar a LGPD, o Estatuto da Criança e do Adolescente e as demais normas aplicáveis.
As condições de tratamento serão consideradas conforme a idade, a finalidade, as circunstâncias envolvidas e as hipóteses legais pertinentes, tendo em vista o melhor interesse da criança ou do adolescente.
Quando necessário, poderão ser adotadas medidas para verificar a representação legal e as condições de autorização ou consentimento aplicáveis.
Nas situações previstas em lei, inclusive aquelas relacionadas à proteção da vida e da saúde, o tratamento poderá ocorrer conforme os requisitos legais pertinentes.
10. Segurança da informação e incidentes
A proteção de dados pessoais envolve medidas técnicas, administrativas e organizacionais compatíveis com as atividades realizadas, a natureza das informações e os riscos relacionados ao tratamento.
As medidas de segurança aplicáveis podem abranger controles de acesso, proteção de sistemas, gestão de credenciais, orientação aos envolvidos e procedimentos relacionados à prevenção e ao tratamento de incidentes.
A adoção e o aprimoramento dessas medidas devem considerar as características das operações e os requisitos legais aplicáveis.
Caso seja identificado incidente de segurança envolvendo dados pessoais, sua avaliação e o encaminhamento das providências cabíveis deverão considerar as circunstâncias, os riscos envolvidos e as obrigações legais e regulatórias pertinentes, inclusive quanto à eventual comunicação aos titulares e às autoridades competentes.
Nenhum ambiente digital está livre de riscos. Por isso, a proteção das informações deve ser considerada de forma contínua e compatível com as atividades desenvolvidas.
11. Armazenamento e conservação dos dados
Os dados pessoais poderão ser conservados durante o período necessário às finalidades do tratamento, considerando a natureza das informações, a prestação dos serviços, as obrigações legais e regulatórias e o exercício regular de direitos.
Os períodos de conservação podem variar conforme o tipo de dado, documento ou registro e as normas específicas aplicáveis, incluindo as regras pertinentes aos prontuários médicos.
A solicitação de eliminação não implica necessariamente a exclusão imediata dos dados, especialmente quando houver obrigação legal de conservação ou outra hipótese que justifique sua manutenção.
Quando não houver fundamento para a conservação, os dados terão a destinação cabível, observados os requisitos legais e as condições aplicáveis.
12. Cookies e tecnologias semelhantes
O site do Hospital Di Camp poderá utilizar cookies e tecnologias semelhantes relacionados ao funcionamento, à segurança, à navegação e, quando aplicável, à análise de utilização das páginas ou a outras funcionalidades digitais.
Essas tecnologias podem ter diferentes finalidades, incluindo:
• Essenciais: relacionadas ao funcionamento e à segurança de recursos do site;
• Funcionais: relacionadas a preferências e funcionalidades de navegação;
• Analíticas: relacionadas à obtenção de informações estatísticas sobre o uso do site;
• Publicidade e marketing: relacionadas à mensuração de campanhas ou à personalização de publicidade, quando aplicável.
A utilização dessas tecnologias deverá observar a legislação pertinente e os mecanismos de escolha ou consentimento exigidos para cada situação.
As preferências poderão ser gerenciadas pelos recursos disponibilizados no site, quando existentes, e pelas configurações do navegador. A desativação de determinadas tecnologias poderá afetar algumas funcionalidades.
As tecnologias efetivamente utilizadas e as opções disponíveis dependem da configuração do ambiente digital.
13. Links e serviços de terceiros
O site poderá disponibilizar links ou recursos relacionados a plataformas e serviços de terceiros.
Ao acessar esses ambientes, o usuário poderá estar sujeito às condições e políticas dos respectivos responsáveis, conforme o serviço utilizado.
Recomenda-se consultar as informações de privacidade desses serviços antes de fornecer dados pessoais. O tratamento realizado diretamente por terceiros deverá ser analisado de acordo com as responsabilidades e circunstâncias de cada operação.
14. Comunicações e canais digitais
Informações fornecidas por telefone, e-mail, formulários, aplicativos de mensagens ou outros canais institucionais poderão ser utilizadas para responder a solicitações, prestar informações e conduzir comunicações relacionadas ao atendimento ou ao relacionamento com o hospital.
Quando aplicável, comunicações institucionais, informativas ou promocionais deverão observar a legislação pertinente e as condições relacionadas à finalidade do contato.
Recomenda-se evitar o envio de informações clínicas ou de outros dados sensíveis por canais inadequados ou desnecessariamente expostos.
Conforme a natureza da solicitação, poderão ser indicados meios específicos de atendimento ou procedimentos adicionais de confirmação de identidade.
15. Transferência internacional de dados
Determinadas operações envolvendo fornecedores de tecnologia, serviços digitais ou armazenamento poderão envolver transferência ou tratamento de dados pessoais fora do Brasil, quando aplicável.
Nessas situações, deverão ser observadas as hipóteses legais, as garantias e os mecanismos previstos na LGPD e na regulamentação pertinente.
A existência e as condições de eventual transferência internacional dependem das ferramentas, dos fornecedores e das operações efetivamente utilizadas.
16. Direitos dos titulares de dados pessoais
Nos termos da LGPD e conforme aplicável, os titulares de dados pessoais poderão solicitar:
• Confirmação da existência de tratamento;
• Acesso aos dados pessoais;
• Correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
• Anonimização, bloqueio ou eliminação de dados nas hipóteses previstas em lei;
• Portabilidade, observadas as condições legais e regulamentares;
• Eliminação de dados tratados com consentimento, ressalvadas as hipóteses legais de conservação;
• Informações sobre compartilhamentos, nos termos da legislação;
• Informações sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e suas consequências, quando aplicável;
• Revogação do consentimento, quando essa for a base legal utilizada;
• Oposição ao tratamento, nas hipóteses legalmente previstas;
• Revisão de decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado, nos termos da lei.
As solicitações serão analisadas conforme a legislação, a natureza do pedido e as circunstâncias envolvidas.
O exercício dos direitos poderá estar sujeito a verificações de identidade e a limitações legalmente previstas, inclusive relacionadas à conservação obrigatória de documentos, ao sigilo profissional e aos direitos de terceiros.
17. Como encaminhar solicitações relacionadas à privacidade
A Ouvidoria do Hospital Di Camp constitui o canal institucional de recebimento e encaminhamento de solicitações, manifestações e contatos relacionados à privacidade e à proteção de dados pessoais.
Os interessados poderão utilizar os canais institucionais disponibilizados no site do hospital:
Canais de atendimento:
• Ouvidoria do Hospital Di Camp: Email: ouvidoria@hospitaldicamp.com.br
• Fale Conosco: https://www.hospitaldicamp.com.br/
Ao receber uma solicitação relacionada à privacidade, o atendimento poderá envolver o encaminhamento à área responsável, conforme a natureza do pedido e os procedimentos aplicáveis.
Para a análise de determinadas solicitações, poderá ser necessária a confirmação da identidade do solicitante ou de sua condição de representante legal ou procurador.
Os pedidos serão tratados conforme a legislação aplicável e os prazos correspondentes. Solicitações de prontuários, laudos e outros documentos assistenciais poderão seguir procedimentos específicos de identificação, análise e entrega.
O canal de privacidade não substitui os canais destinados a emergências, atendimento médico ou agendamento.
18. Responsabilidades dos usuários e das pessoas envolvidas
A proteção de dados pessoais depende da observância das regras aplicáveis por todos os envolvidos no tratamento das informações.
As pessoas que tenham acesso a dados pessoais no contexto de suas atividades deverão observar as obrigações de confidencialidade, as finalidades autorizadas e as orientações pertinentes à utilização dessas informações.
Os usuários devem procurar utilizar os canais institucionais adequados, fornecer informações corretas quando necessárias e evitar o compartilhamento indevido de dados pessoais, especialmente de informações relacionadas à saúde.
As responsabilidades de cada envolvido serão consideradas conforme sua atuação e as disposições legais e contratuais aplicáveis.
19. Alterações nesta Política de Privacidade
Esta Política poderá ser atualizada para refletir alterações legislativas, regulatórias, tecnológicas ou operacionais relacionadas às atividades do Hospital Di Camp.
A versão vigente será disponibilizada nesta página, acompanhada da respectiva data de atualização.
Quando necessário, poderão ser adotadas medidas adicionais de informação ou comunicação, conforme a legislação aplicável e as circunstâncias da alteração.
20. Disposições finais
Esta Política apresenta informações gerais sobre privacidade e proteção de dados pessoais no contexto das atividades do Hospital Di Camp.
Sua aplicação deve ser considerada em conjunto com a legislação brasileira pertinente, especialmente a LGPD, as normas relacionadas à confidencialidade das informações de saúde e as regras aplicáveis à assistência e à documentação médica.
As condições concretas de cada tratamento dependem de sua finalidade, das circunstâncias envolvidas e dos requisitos legais pertinentes.
Hospital Di Camp
Cuidado, responsabilidade e respeito à privacidade.


